quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Prof. Pimpão e a Máquina de Fazer Alegria

A cidade estava triste. Mas por que isso? Ninguém sabia. Até que uma notícia se espalha pela cidade. Uma máquina que fabrica alegria vai ser construída, para que a cidade volte a sorrir e seja novamente alegre. Todos na cidade só falavam da máquina que estava sendo construída, sejam na escola, em casa, no trabalho, nas praças, ruas. A história da maquina virou a pequena cidade de cabeça para baixo e deixo todos curiosos. Finalmente a máquina foi terminada e foi colocada em um parque da cidade, só que a máquina tinha um problema ela só dava alegria por pouco tempo e novamente as pessoas teriam que passa por ela. Percebendo isso a máquina teria de ser destruída o mais rápido, pois ela estava fazendo as pessoas brigarem entre se. O que será que aconteceu? Se você ler o livro ficará sabendo o final dessa história.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

As Bicicleta de Belleville


Um garoto muito triste. Adotado por sua avó desde muito cedo. Champion tem um segredo muito valioso, que há passar o tempo sua avó descobre. Ele é apaixonado por bicicletas e para deixá-lo feliz ela resolver dar de presente uma bicicleta. Madame Souza resolver treinar seu neto e esse treinamento bastante rigoroso, que requer força e trabalho pesado para que se torne um grande atleta. Uma animação que foi indicada a dois Oscar (Melhor Animação – Melhor Musica). Dirigido por Sylvain Chomet, com 80 min de muita ação, aventura, musica e muita mais muita diversão. Não deixe assisti essa belissima história fracesa.

Patativa do Assaré

As penas plúmbeas, as asas e cauda pretas da patativa, pássaro de canto enternecedor que habita as caatingas e matas do Nordeste brasileiro, batizaram poeta Antônio Gonçalves da Silva, conhecido em todo o Brasil como Patativa do Assaré, referência ao município que nasceu. Analfabeto "sem saber as letra onde mora ", como diz num de seus poemas, sua projeção em todo o Brasil se iniciou na década de 50, a partir da regravação de "Triste Partida", toada de retirante gravada por Luiz Gonzaga.
Filho do agricultor Pedro Gonçalves da Silva e de Maria Pereira da Silva, Patativa do Assaré veio ao mundo no dia 9 de março de 1909. Criado num ambiente de roça, na Serra de Santana, próximo a Assaré , seu pai morrera quando tinha apenas oito anos legando aos seus filhos Antônio, José, Pedro, Joaquim, e Maria o ofício da enxada, "arrastar cobra pros pés" , como se diz no sertão.
A sua vocação de poeta, cantador da existência e cronista das mazelas do mundo despertou cedo, aos cinco anos já exercitava seu versejar. A mesma infância que lhe testemunhou os primeiros versos presenciaria a perda da visão direita, em decorrência de uma doença, segundo ele, chamada "mal d'olhos".


Sua verve poética serviu vassala a denunciar injustiças sociais, propagando sempre a consciência e a perseverança do povo nordestino que sobrevive e dá sinais de bravura ao resistir ao condições climáticas e políticas desfavoráveis. A esse fato se refere a estrofe da música Cabra da Peste:
"Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrê
Não nego meu sangue, não nego meu nome.
Olho para a fome, pergunto: que há?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará."