quarta-feira, 30 de outubro de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Palavras Presas na Mente – Por Jenfte Alencar



Você tem o que merece... você busca o que merece... você é o que merece... você estar onde merece estar...
Sabe quando não temos rumo... quando tudo parece perdido... quando não temos mais saída... quando tudo parece não fazer mais sentido... quando tudo o que você faz é machucar de alguma forma aqueles que você ama... quando tudo o que você faz é simplesmente errado para todos... bom, essa tá se tornando minha vida... isso estar se tornando eu... eu que sempre faço tudo errado... que machuco as pessoas que gostam de mim... que não sei mais como viver... que não quer mais sorrir, pois sempre tem alguém que está triste por minha culpa... que tenho um vazio enorme no peito e nunca irá ser preenchido por nada... e vou continuar na escuridão... como ser 1, como ser 2, como ser 3, como ser EU???!!! Parece que a felicidade tem algo contra mim, por que sempre que estou feliz ela decide ir embora, ela decide me deixa só de novo... quanto mais você pensar que estar bem, pior você fica... quanto mais você que ser, menos você é... como desligar?... como não fazer parte disso?... como acabar com isso?... como deixar tudo isso?... como viver?... como se entendi e entender?... só eu que não sei o que é melhor pra mim... quero fugir?!... quero esquecer?!... quero não fazer parte de nada... quero apenas tentar ser eu... quero apenas tentar sorrir... quero apenas lavar minha alma, mesmo que seja com uma lágrima... não quero mais fingir... quero ser... quero fazer parte de mim... parte do meu mundo e não do mundo... não quero pensar... não quero agir... não quero ver...ouvir...falar...ou sonhar... só quero o nada além do nada... só quero fazer parte do nada... e ser nada... viver o nada... estar no nada... só assim todos ficaram felizes... e eu também... só assim tudo ficará bem... só assim não machucarei mais ninguém... nem mesmo a mim... só assim não falarei... não pensarei... não machucarei...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um mês... – Por Jenfte Alencar



Um mês pode parecer pouco, pode ser bem rápido ou mesmo extremamente lento, vagaroso. Mais dessa vez foi rápido, foi doloroso, difícil e sem qualquer razão ou sentindo, isso até o momento, essa é a ideia que sei. Não sei o porquê ou a razão para tudo isso, mas sei que é algo doloroso. Não importa o que faça tudo se voltar a você, todas as lembranças se ligam a você, as frases... palavras... gestos... ações... enfim tudo se torna você. Não fácil deixar você ir, mais sei que é preciso e que é o melhor, pois só quero o seu melhor e se estiver bem eu também vou estar. Sonhar... sentir... tentar e interpretar... é o mais perto que posso chegar de você agora. É claro que a saudade nunca nos deixa, ela é a maior parte da dor carrego no meu coração, ela invade meu peito, minha vida, meus pensamentos e ideias. Não posso controla, apenas aceita-la e tentar ser forte... tentar não cair... não desanimar... seguir em frente... me expirar em quem você foi... tentar ser o melhor... tentar ser como você. São 31 dias, 744 horas, 44.640 minutos, 2.678.400 segundo que não lhe vejo... que não posso dizer oi... que não posso ouvir sua resposta... que não posso tocar em você... que apenas posso sentir sua presença... ver suas lembranças... fantasiar você.
Como eu estou? Há sei lá, meio que triste e alegre ao mesmo tempo, uma hora um sorriso e outra uma lágrima, uma lágrima que cair dentro de mim e não escorre pelo rosto, mais pelo o coração deixando sua marca todas as vezes que passa. É difícil expressar o que sinto ou mesmo compreender tudo isso, é um vazio que nunca é preenchido, é algo que o tempo não apaga, mais tenta conforta, mais até lá, até ele conseguir, é insuportável. Não sei se sou forte o suficiente para passar por tudo isso, claro sei que não estou só, que tenho uma família que sempre estar ao meu lado, que tenho os melhores dos melhores amigos, mais assim mesmo é um dor que não desaparece, ela pode até se esconder por um tempo, pode até se disfarçar, mais nunca, nunca mesmo ela desaparecer, ela vai embora, sempre fica um vestígio dessa dor, sempre fica um aperto no peito algo que não desaparece jamais.