terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Crônica de Jenfte Alencar - Parabéns Fundação Casa Grande




Parabéns, para você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida... Foi assim que aconteceu no dia 19 de dezembro, quando a Fundação Casa Grande, completou 17 anos. Neste dia inicou-se mais um ano para aqueles que participam da fundação.
Cinco horas da manhã, o galo canta e mais uma vez a amplificadora voz da liberdade está no ar, resgatando músicas dos anos 50, 60,70... É uma verdadeira relíquia musical para todos os novolindenses dessas épocas, pois por duas horas eles viveram grandes sucessos. A programação não parou por ai, às oito da manhã cantamos o hino da Casa Grande, enquanto hasteava a bandeira da Fundação e do Brasil e logo mais as oito e trinta teve a abertura da exposição fotográfica “Casa Grande uma viagem aos encantos da Chapada do Araripe”. Em seguida aconteceu o momento mais esperado por todos os meninos e meninas, a inauguração do Parque Ambiental dos Cajueiros, aonde teve um mini-campeonato com os times: Cajueiros, Portelinha, Centro e Cruzeiro, as partidas foram mesmo de tirar o fôlego. Meio dia, começa a movimentação para o amigo Secreto da Casa Grande, onde desta vez os pais participaram juntamente conosco tornando-se uma grande confraternização familiar. O dia vai embora e a noite toma conta do lugar, seis horas inicia-se a renovação do Coração de Jesus, todos reunidos para juntos renovarem a casa com uma grande corrente de fé e alegria. Depois de toda essa manifestação religiosa começa então a sessão Solene Extraordinária da Câmera de Vereadores de Nova Olinda no Teatro Violeta Arraes – Engenho de Artes Cênicas, para a entrega do título de cidadão novolindese a Francisco Alemberg de Souza Lima e Rosiane Limaverde Vilar Mendonsa e a entrega do título Geopark. Para encerrar esse dia tão magnífico e especial, o corte do bolo do 17º aniversário ao som do show cultural da Banda Cabaçal dos Irmãos Anicetos.

• Dias •

Crônica de Jenfte Alencar -
Parabéns Fundação Casa Grande

Parabéns, para você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida... Foi assim que aconteceu no dia 19 de dezembro, quando a Fundação Casa Grande, completou 17 anos. Neste dia inicou-se mais um ano para aqueles que participam da fundação.
Cinco horas da manhã, o galo canta e mais uma vez a amplificadora voz da liberdade está no ar, resgatando músicas dos anos 50, 60,70... É uma verdadeira relíquia musical para todos os novolindenses dessas épocas, pois por duas horas eles viveram grandes sucessos. A programação não parou por ai, às oito da manhã cantamos o hino da Casa Grande, enquanto hasteava a bandeira da Fundação e do Brasil e logo mais as oito e trinta teve a abertura da exposição fotográfica “Casa Grande uma viagem aos encantos da Chapada do Araripe”. Em seguida aconteceu o momento mais esperado por todos os meninos e meninas, a inauguração do Parque Ambiental dos Cajueiros, aonde teve um mini-campeonato com os times: Cajueiros, Portelinha, Centro e Cruzeiro, as partidas foram mesmo de tirar o fôlego. Meio dia, começa a movimentação para o amigo Secreto da Casa Grande, onde desta vez os pais participaram juntamente conosco tornando-se uma grande confraternização familiar. O dia vai embora e a noite toma conta do lugar, seis horas inicia-se a renovação do Coração de Jesus, todos reunidos para juntos renovarem a casa com uma grande corrente de fé e alegria. Depois de toda essa manifestação religiosa começa então a sessão Solene Extraordinária da Câmera de Vereadores de Nova Olinda no Teatro Violeta Arraes – Engenho de Artes Cênicas, para a entrega do título de cidadão novolindese a Francisco Alemberg de Souza Lima e Rosiane Limaverde Vilar Mendonsa e a entrega do título Geopark. Para encerrar esse dia tão magnífico e especial, o corte do bolo do 17º aniversário ao som do show cultural da Banda Cabaçal dos Irmãos Anicetos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Cada Dia um Novo Começo





“Aceitar o passado e as circunstâncias da vida que não podemos mudar traz enorme alívio e paz de espírito. Cada dia é um novo começo. E cada dia nos dá a oportunidade de olhar para frente com esperança, nos afastando de tudo aquilo que nos faz mal."
Karen Casey

Falaremos do livro Cada Amanhã um novo começo e para que juntos possamos refletir um pouco sobre os nossos atos e como estamos no comportando será que a maneira que vivemos é realmente dignar? Será que somos felizes com o que a vida nos propôs? Pequenas perguntas que nós faz pensar sobre o que realmente estamos fazendo aqui nesse mundo, se estamos de fato aproveitando ele o maximo que se pode aproveitar. Você costuma dizer bom dia, boa tarde ou boa noite ao ver as pessoas? Será que ainda usamos obrigado, pois não, olá, como vai, são pequenas frases que podem deixar o seu dia mais leve e agradável, nós se sentimos tão bem perto de alguém que passe energia positiva, que passe entusiasmos e não adiante viver sorrindo mesmo estando vazio por dentro, pois a felicidade nasce a cada dia quando o sol surge e traz consigo a esperança que muitos já perderam.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Fundação Casa Grande recebe o titulo de “Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe”

Neste, 01 de Dezembro, às 10 horas, no Teatro Violeta Arraes, Nova Olinda, CE, a Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri celebrou com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN, o termo de cooperação técnica que a tornou a ‘Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe’.


A Casa do Patrimônio tem como objetivo constituir-se como um espaço de interlocução e diálogo com a comunidade local, de articulação institucional e de promoção das ações educativas, visando fomentar e favorecer a construção do conhecimento e a participação social para o aperfeiçoamento da gestão, proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural.

A Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe será estruturada de forma a atender as seguintes diretrizes gerais:

- Garantir um espaço para a troca de experiências e construção do conhecimento.

- Valorizar as ações educativas e articulação das áreas de patrimônio cultural, meio ambiente e turismo.

- Manter e disponibilizar informações e acervos sobre o patrimônio para o acesso da população.

- Estimular a participação da população na gestão da proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural.

- Promover oficinas, cursos e outros eventos voltados a socialização de conhecimentos e a capacitação de profissionais para atuar na área.

- Fomentar e fortalecer a atuação em rede sociais de cooperação institucional e com a comunidade.

A Fundação Casa Grande recebe o titulo de “Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe”

Neste, 01 de Dezembro, às 10 horas, no Teatro Violeta Arraes, Nova Olinda, CE, a Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri celebrou com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN, o termo de cooperação técnica que a tornou a ‘Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe’.


A Casa do Patrimônio tem como objetivo constituir-se como um espaço de interlocução e diálogo com a comunidade local, de articulação institucional e de promoção das ações educativas, visando fomentar e favorecer a construção do conhecimento e a participação social para o aperfeiçoamento da gestão, proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural.

A Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe será estruturada de forma a atender as seguintes diretrizes gerais:

- Garantir um espaço para a troca de experiências e construção do conhecimento.

- Valorizar as ações educativas e articulação das áreas de patrimônio cultural, meio ambiente e turismo.

- Manter e disponibilizar informações e acervos sobre o patrimônio para o acesso da população.

- Estimular a participação da população na gestão da proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural.

- Promover oficinas, cursos e outros eventos voltados a socialização de conhecimentos e a capacitação de profissionais para atuar na área.

- Fomentar e fortalecer a atuação em rede sociais de cooperação institucional e com a comunidade.

sábado, 28 de novembro de 2009

I Seminário de Avaliação e Planejamento das Casas do Patrimônio

Durante o periodo de 27 de Novembro a 01 de Dezembro está acontecendo na Fundação Casa Grande o Seminario de Avaliação e Planejamento das Casas do patrimonio. Veja abaixo o que é esse seminário:


O Seminário tem como objetivo fazer uma primeira rodada de avaliação do processo de implantação das Casas do Patrimônio neste primeiro ano de efetiva implementação do projeto pelo Iphan e instituições parceiras.

A intenção é dividir as experiências, discutir as possibilidades, limitações e soluções encontradas em cada caso, em cada “Casa”.

Com a avaliação conjunta das ações, esperamos também que se inicie uma verdadeira rede de ações educativas sediadas nas Casas do Patrimônio e com amplo diálogo interno e externo, criando condições para que o projeto, mesmo calcado nas condições específicas de cada lugar e de cada público, mantenha e fortaleça seu caráter abrangente, de política nacional do Iphan.

Ao escolhermos como sede para o Seminário a Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri, também aproveitamos a ocasião para a assinatura do termo de cooperação técnica entre a Fundação e o Iphan para transformar em Casa do Patrimônio a fundação que, desde muitos anos já atua dentro dos preceitos educativos dialógicos e focados na autonomia e formação dos jovens a partir da memória e do patrimônio cultural.



Confira o site do seminário:


http://www.seminaioacasadopatrimonio.wordpress.com/

I Seminário de Avaliação e Planejamento das Casas do Patrimônio

Durante o periodo de 27 de Novembro a 01 de Dezembro está acontecendo na Fundação Casa Grande o Seminario de Avaliação e Planejamento das Casas do patrimonio. Veja abaixo o que é esse seminário:


O Seminário tem como objetivo fazer uma primeira rodada de avaliação do processo de implantação das Casas do Patrimônio neste primeiro ano de efetiva implementação do projeto pelo Iphan e instituições parceiras.

A intenção é dividir as experiências, discutir as possibilidades, limitações e soluções encontradas em cada caso, em cada “Casa”.

Com a avaliação conjunta das ações, esperamos também que se inicie uma verdadeira rede de ações educativas sediadas nas Casas do Patrimônio e com amplo diálogo interno e externo, criando condições para que o projeto, mesmo calcado nas condições específicas de cada lugar e de cada público, mantenha e fortaleça seu caráter abrangente, de política nacional do Iphan.

Ao escolhermos como sede para o Seminário a Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri, também aproveitamos a ocasião para a assinatura do termo de cooperação técnica entre a Fundação e o Iphan para transformar em Casa do Patrimônio a fundação que, desde muitos anos já atua dentro dos preceitos educativos dialógicos e focados na autonomia e formação dos jovens a partir da memória e do patrimônio cultural.



Confira o site do seminário:


http://www.seminaioacasadopatrimonio.wordpress.com/

sábado, 24 de outubro de 2009

Seja líder de Si Mesmo


Um livro que desperta nas pessoas uma nova visão de mundo e personalidade. Às vezes pensamos que estamos felizes e em paz, mais qualquer coisinha por mais simples e pequena que seja nos tira dessa paz, o que acontece com essas pessoas eu chamo de briga pelo domínio. Que domínio? O domínio da nossa mente, pois para que tenhamos paz é preciso está de bem com o nosso “Eu” interior, ele mora dentro de cada pessoa, mais às vezes não sabemos lidar como ele. Quem é esse “Eu”? Ele é a raiva, a ansiedade, ganância, obsessão, ódio, impaciência... São sentimos que não sabemos como controlar e que muitas vezes deixamos ser controlado por ele, após fazermos isso já não estamos em nosso estado normal e começa uma grande guerra na mente pelo domínio. Nossa mente é um palco onde somos o protagonista principal, mais nem sempre exercemos esse papel, muitas vezes deixamos de lado e passamos a ser a platéia. Quando somos platéia quem é o protagonista? O protagonista pode ser qualquer um a raiva, o ódio, a depressão, o estresse... eles passaram a mandar em nossa mente até um dia ressorvemos atuar, isso pode leva dias, meses e até anos, depende de cada pessoa.
A mente humana é um palco onde nós somos os atores principais, mais às vezes trocamos de papel com a platéia e em vez de está atuando, vamos aplaudir. Não podemos deixar que as pessoas nos controlem e não podemos perder o nosso controle. Volte para o palco. Você consegue! Acredite em si! Nós somos capazes. Vamos! Levante a cabeça e bola pra frente!
Ator ou platéia?

Platéia (Coadjuvante)
1 • Reclamar frequentemente;
2 • Reagir sem pensar;
3 • Ansiedade;
4 • Baixa auto-estima;
5 • Intolerância;
6 • Dificuldade de enfrentar desafios;
7 • Pensamentos acelerado e controlador;
8 • Emoção hipersensível e sem proteção;
9 • Dificuldade de reconhecer erros e corrigir rotas;
10 • Falta de autocontrole.

* 1 a 3 – facilidade de sair da platéia e começar a ser o ator principal.
* 3 a 5 – você ainda não está completamente envolvida na platéia, reaja e volta a ser um ator principal.
* 5 a 10 – Abra os olhos você está totalmente preso na platéia, volte a brilhar o palco é seu. Você consegue!

Como reagir e voltar a ser o ator principal?
Ator Principal (eu)
Técnicas:1 – DCD (Duvidar, criticar e determinar).
A arte de duvidar (pérola da filosofia)
A arte de criticar (pérola da psicologia)
A arte de determinar (pérola da área de recursos humanos)
* temos que duvidar dos sentimentos negativos, criticar e determinar.
2 – Mesa-redonda do eu.

Metas:
1- Reeditar a memória
2 – Produzir janelas paralelas da memória

* vamos trocar e não apagar as memórias negativas, criando uma nova janela de momentos felizes.


Livro: Seja líder de si mesmo, Augusto Cury.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Monotonia – Por Jenfte Alencar

Por onde quer que eu vá... Em qualquer lugar... É sempre igual. O dia é o mesmo e a noite é igual. A rotina da vida vai acabar me deixando louco... Se é que já não estou. São sempre as mesmas caras, as mesmas falas, as mesmas músicas.Um filme que vai e vem sem nada... Nada que me faça sair e viver outras histórias outras realidades. Por mais que minha alma, meu espírito, minha imaginação, meu coração viagem em seus simples desenhos, em seus simples lugares, não é o bastante para que eu possa descobrir e viver novas experiências. Nem sempre as minhas mudanças me fazem esquecer desse mundo, desse replay, que é a minha vida. Por mais que a vida me ensine e brigue por mim não aprenderei nunca e agora procuro uma razão para que isso aconteça. Uma brincadeira, uma mentira que machuca, que fere a alma e não deixa que ela se recupere. Os sentimentos têm poderes e com eles não brincaremos. A ilusão é apenas um estado onde fugimos de todos e tudo, mais por quanto tempo? Até percebe que a realidade vale mais do que imaginamos. Até que ponto podemos suporta a humilhação, o desprezo, a negatividades dos seres humanas? Isso não tem hora nem tempo, ao longo da vida vamos carregar uma mala onde colocaremos tudo o que estamos vivendo e quando a mala está pesada de tantas coisas negativas descarregamos na primeira pessoa que encontramos, que não tem nada a ver com isso, por que não descarregamos na pessoa mais culpada de tudo isso, o eu. Pensamos que não somos capazes de assumir o que há dentro de nós, de lutar pelas pessoas que amamos, de batalhar pela a nossa própria vida. Sempre deixamos de lado os nossos sonhos de um dia ser feliz, de um dia viver a vida como se não existisse o amanhã, sem se preocupar com o que irá acontecer amanhã, daqui à uma hora, duas, três... Sem pensar no futuro vago e sóbrio que nunca podemos vê-lo e quando conseguimos enxergar já é tarde demais, pois ele já virou presente ou até mesmo passado. E o presente que é tão pequeno que acabamos perdendo há sua hora. Nosso trem é assim, rápido e às vezes monóico. Quem pode mudar isso? Quem? Eu pergunto? Essa resposta está tão perto, bem na nossa frente, ou melhor, dentro de nós, somos dois seres que sempre trabalham juntos, mais em algumas ocasiões nos deixamos ser dominado pelos sentimentos e acabamos entrando em conflito com o eu interior e não temos mais vontade, animo de fazer nada, tudo em nossa vida vira nada. E ao redor? Vira nada. Acabamos então virando um eterno nada. O nada, nada mais é do que a escuridão da nossa mente, o simples fato de fechamos os olhos, colocarmos a escuridão em primeiro lugar, por mais que a luz do sol seja de arrasar, não havemos e nem sentimos, estamos tão obcecados pelo nada. A nossa mente já criou um mundo onde nos dá conforto e vivemos exatamente onde estamos querendo, nesse mundo vazio, que são poucos que suportam, raros os que saem e muitos os que entram.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Destino: Transilvânia - Regina Drummond

Vamos viajar no reino mágico, onde o nosso ingresso é a imaginação, só ela é quem tem o poder de nos mostra como viver essa aventura, todos temos esses dom, esse ingresso e o que nos falta é utilizá-lo e não é nada difícil, basta apenas deixar ser livre e acreditar que tudo pode acontecer... Ingrid é uma garota muito sonhadora que nunca saiu de sua cidade e isso era o que deixava mais tristes, pois todos os seus colegas da escola sempre viajam para lugares legais e ela, inventava uma história, ou melhor, uma novela que todos acreditavam, só dessa vez ela vai sim sair de férias e vai viver um a aventura inesquecível ao lado da sua madrinha que também se chamava Ingrid. O você já ouviu fala em Conde Drácula? É claro que sim, mais só o que você não saber é que ele não é mal, esse tempo tive conversando com ele e olha só o que ele me disse: “Todos os seres tem dois lados um bom e mal, isso quer dizer que ninguém é completamente mal e ninguém é completamente bom, as vezes as pessoas tiram conclusões precipitadas sobre mim, mais o que faço é apenas me alimentar e não mato por esporte com muito seres humanos fazem...” Eu e Ingrid já conhecemos ele e que tal ser a sua vez, garanto que vai adorar!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O Caminho da Felicidade – Por Jenfte Alencar

Amizade é mesmo muito maluquinha. Quem vai entender ela? Ninguém! É sem explicação. Às vezes, queremos que nossos amigos desapareçam, sumam para bem longe. Pensamos que não temos mais amigos, que o mundo se voltou contra nós, mais pelo o contrario, a gente que se fechou para o mundo e para as pessoas que realmente nós fazem feliz. É muito difícil lidar com gente, com ser humano, já que cada um é diferente, pensa diferente, se expressam diferente... Muitas vezes na vida agimos de forma errada e tratamos os nossos amigos como inimigos. Deixamos que o silêncio fale por nós... Por mais que a gente aprenda com esse erro e perceba que não somos perfeitos, qual o motivo de erramos? É a busca do perdão? É simplesmente aprender? Crescer? Sofrer? Quando sofremos por um amigo ou alguém especial, ficamos chateado com o amigo mais importante que existe, o eu interior... A criança que mora dentro de cada um de nós... Que na verdade não tem nada de criança... Isso que passamos, nada mais é, do que o efeito da raiva que aos pouco toma o nosso subconsciente, se faz dona da nossa mente e do nosso corpo. Como controlar os meus sentimentos e minha emoção? Isso nenhum ser humano é capaz de fazer, pois não somos perfeitos. Sempre temos algo novo para aprender.Uma nova lição de vida que recebemos... Um novo caminho a trilhar. O que podemos faze é simplesmente rir, brincar, deixar a felicidade invadir o nosso coração e tomar conta da nossa alma... Aos poucos vamos eliminar os sentimos negativos que nos rodeiam, em busca de uma brechinha para nos possuir. Vamos deixar de lado tudo o que dizem da gente, vamos esquecer os problemas e transforma-los em solução, transforma-los em faz de contas... Quando somos crianças, adoramos brincar de faz de conta, sempre querendo ser o herói que salva a mocinha, que termina a história tendo um final feliz. Que tal a gente levar o faz de conta para a nossa sociedade, para o nosso trabalho, para o nosso lar. Vamos deixar que a criança que existe em cada um de nós, floresça novamente. Nunca se é velho o bastante para abrir os olhos e ver que o mundo nos deixou... Nunca se é velho para deixar a nossa criança interior sair, só assim podemos encontrar o caminho da felicidade. Muitas vezes nossa amizade passa por algumas transformações que só o tempo é que pode nos fazer renascer. Fazer com que nossa amizade volte a ser como era. volte a ter sentido... É nessas horas que precisamos de todo apoio possível, que precisamos dos velhos e novos amigos, só eles é quem podem nos fazer enxergar o erro que cometemos. Todos precisam de um tempo só, mais cuidado, a solidão não é a maravilha que pensamos. A verdadeira maravilha é a felicidade. Ela sim, esconde segredos e sensações únicas. Vemos de lado todos aqueles sentimentos negativos. Vamos viver uma vida mais alegre, uma vida feliz. Tirando da nossa bagagem tudo o que nos faz mal e veremos que ainda temos uma longa caminhada até encher a nossa mala, mais dessa vez, vamos colocar apenas o amor, o carinho, a alegria, a felicidade, os amigos, as paixões... Vamos ser feliz!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Amor é Assim... – Por Jenfte Alencar

O que é amor? O que é paixão? O que é está apaixonado? É viajar na linha do tempo... No trem da vida. São mudanças e cessações novas... É uma chama que acende os corações e que nos dar um novo sentindo para continuar vivendo. O começo de uma nova história, dessa vez com um final feliz, deixando para o passado à tristeza que a vida nos deu, fazendo com que possamos renascer e encarar a vida com um novo olhar, com uma nova motivação. A amizade anda junto com o amor, são aliados eternos, a felicidade às vezes está a um passo, mais não percebemos e quando percebemos pode ser tarde de mais... Só o que me resta é saber como explicar o que sinto? Como demonstrá-lo? Não preciso saber o que é amor e por que ele acontece. Tenho de deixar o meu coração senti-lo, sem oprimir o que sinto, sem ter medo do que possa acontecer, isso é o que importa. Agora quem vai dizer ao coração, que o amor não é loucura, que a paixão é mais do que simples letras? Que o silêncio tirou minhas palavras e que o medo envolveu minha alma. Que a vida é muito mais amor e paixão, do que mesmo uma simples solidão... minha mente me confundi do que é certo ou errado e minha alma me guia para o caminho dos teus sonhos. Sonhos que um dia transformaremos em realidade... Acorda da fantasia? Do sonho? Já mais... Viver a fantasia? Viver nos sonhos? Sempre... Amor é assim! É sonhar e viver, sem saber que estamos acordados ou não. É sentir o colar do seu corpo. É penetra em sua alma e viajar em um universo desconhecido. É viver no mundo do desconhecido, viajar pelas dimensões. É se transforma em um só ser... Sem medo de ser feliz. É olhar no fundo dos seus olhos e dizer; Eu Te Amo! É sentir seu coração bater ao lado meu em sincronia. É olhar para o horizonte e te encontrar em meio às em inúmeras montanhas e nuvens. É sentir sua presença, mesmo estando tão distante... Distante do corpo, da alma, do pensamento. É saber que nunca estou só e que a cada passo, movimento, pensamento, você está nele... Tomando minhas atitudes, decidindo minha vida, ao meu lado. O Amor é o sentimento mais difícil que o ser humano tem que administrar, pois ele não escolher, ele vem... Vem com uma bagagem cheia de dúvidas, sensações, emoções, sentimentos. Temos que está prontos para recebê-lo, será que estou? Vamos embarcar em uma caminhada, que não tem fim. Podemos escolher uma estrada, onde vamos seguir em trilha cheia de armadilhas deixadas pelo destino e só quem pode destruí-las é o Amor. A vida me colocou na jornada do seu coração, é uma caminhada sem voltas, que aos poucos irei vencendo tudo e todos, para que possamos sentir um ao outro.

Paulina Te @mo!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Romance da Onça Dragona




Uma história de louco, ou melhor, dizendo de doido. Onde já se viu um confronto de identidades, todos os truques de uma onça que dizem ser mandingueira, isso tudo para seduzir um ouriço, um tatu e um jacaré. Seus textos são muito parecidos com os de cordéis e também é de uma maneira de fácil compreensão. O livro nos mostra que cada um pode ser o que quiser basta simplesmente usa o nosso maior poder que é a imaginação, nela podemos viajar e conhecer outros mundos, sem se quer sair do lugar. Todos têm esse dom basta saber usa-lo e se diverti de montão. Esse livro foi escrito por Bernardo de Mendonça. Que tal entra nessa aventura? Basta simplesmente você ir à biblioteca mias próxima e procurar por essa maravilha de livro. Você vai se diverte àbeça!

Pina Bausch

Philippine Bausch, mais conhecida como Pina Bausch (Solingen, 27 de julho de 1940 — Wuppertal, 30 de Junho de 2009), foi uma coreógrafa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de balé alemã. Conhecida principalmente por contar histórias enquanto dança, suas coreografias eram baseadas nas experiências de vida dos bailarinos e feitas conjuntamente. Várias delas são relacionadas a cidades de todo o mundo, já que a coreógrafa retirava de suas turnês idéias para seu trabalho. Entre os seus temas recorrentes estavam as interações entre masculino e feminino - uma inspiração para Pedro Almodóvar, em cujo filme, Fale com ela, Pina aparece em uma bela sequência de dança. Foi diretora da Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, localizada em Wuppertal. A companhia tem um grande repertório de peças originais e viaja regularmente por vários países.
Fonte: Wikipédia

Carandiru


Baseado no livro Estação Carandiru de Dráuzio Varella, o filme trata-se de um retrato da vida do ser humana. Como vivem as pessoas que cometeram alguma irregularidade na nossa sociedade, que também não é lá essas coisas. É realmente chocante como esses seres são tratados, não existe piedade. São cenas de tira o fole que leva você a um outro mundo. Atrás das imensas paredes existe outro planeta governado por centenas, milhares de presos. E aí de quem não obedecer aos “governadores”, é morte na certa e das piores maneiras que existe. O filme é baseado em fatos reais, contados pelas pessoas que testemunhou o massacre de mais de 111 presos mortos em 2 de outubro de 1992. Dirigido por Hector Babenco o mesmo que em 2005 dirigiu “Carandiru - Outras Histórias” e em 2007 “O Passado”. Acho que ninguém tem o direito de tira a vida do outros, mesmo que ele tenha feito algo de errado. Se que cada um sabe o que faz, mais nem por isso tem o direto de controlar a vida do outro e o que é pior decidi se ele vai viver ou morrer. Isso não cabe a ninguém julgar.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Confusão – Por Jenfte Alencar

Não sei o que está acontecendo comigo parece que o mundo vai desabar em cima de mim. Hoje não é um bom dia! Estou confuso, a beira de um abismo pronto para pular. Mais antes que eu faça isso alguém já me empurrou de lá. Saibam que a queda foi grande, quebram minhas duas pernas, me deixaram indefeso. Só o que não destruíram foi minha alma... Por enquanto. Minhas expressões somem. Não existe vida na minha alma. Minha face não fala nada. Meu sorriso não quer dizer nada. Não estou sendo sincero. Nem comigo? As palavras se jogaram da minha boca, deixando apenas um vagão. Por que não me jogo também? Os pensamentos estão ficando confusos. Não paro de pensar. Não estou conseguindo parar. Pelo menos uma vez queria ficar em branco. Queria ser normal como os outros. Poder parar de questionar. Aceitar tudo o que vem, saber o por quê? Sinto raiva, ódio, insegurança, incerteza... De mim. O tempo não para pra mim. Estou ficando louco. O silêncio me persegue... Um silêncio frio, que me arrepio... Ele quer me dominar... Está a poucos metros... E agora? E agora? Sinto sua presença... Está próximo... O frio é cada vez mais constante. Tenho certeza de que não vai ser um final feliz. Quero ser outro. Sinto vontade de chorar... Mais não consigo. Não saí nem se quer uma lagrima, por mais que me esforce. Meus olhos viraram pedras. Só o que sinto é duvida. A raiva me domina. Minha vontade é de... Jogar tudo pra fora, mais não consigo. Algo me em pede de fazer isso. Por que sou assim? Por que sou tão fraco? Por que não tenho coragem de encarar? Qual motivo dessa fuga? Faço de tudo, mais minha mente não para. Eu queria parar! Eu queria uma solução... Eu sei que só eu tenho, mais onde? Perto e longe? Não sei se vou suportar. Minha mente não parar! Vou ficar louco!!! As dores aumentam. A respiração acelera. Sinto vontade de gritar, mais não posso... Não posso. Ouso o vento soprar cada vez mais intenso. As folhas se mexem. Os galhos caindo. Os pássaros gritam. Os cachorros latem... Latem. As pedras caiem. As portas abrem e se fecham me deixando preso na escuridão sombria. Agora os sons... Eles estão brigando... Não vou suportar. Uma guerra está sendo travada dentro de mim... O difícil mesmo vai ser parar. Me ajudem... Me ajudem! Preciso de todos. O medo me possui... O frio aumenta. Estou me arrepiando. Aquela sensação voltou. Minhas mãos estão geladas. Estou sem movimento, meu corpo não me obedece. Não estou enxergando nada, cadê todos? Onde estão? Falem comigo! Falem comigoo... Todos se foram e só restou nós... Por enquanto! Por enquanto!


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pessoas – Por Jenfte Alencar

Altas, baixas, gordas, magras, morenas, mulatas, tem de todo tipo e para todos os gostos. Encontramos em qualquer lugar, pode ser aqui ou na china, sempre são... Pessoas. Com gêneros, ações, características, gestos, pensamentos, sentimentos, ambições, sonhos diferentes. Elas que por sua vez estão a cada dia num processo chamado mudança, um círculo sem fim, que acontece a cada minuto que o relógio marca. Nem sempre o mundo é como imaginamos, às vezes, as pessoas que conhecemos mudam. De uma hora para outra, já não conhecemos ninguém, é simplesmente impressionante como as coisas são. Disso já sabemos. Ou penso que sabemos, alguns não, outros sim, e entre esses sim e não encontramos então o talvez, quem sabe? É, quem sabe é porque nós seres humanos não sabemos de nada. Acho que quem pensa que sabe de alguma coisa está errado. Tem hora que penso que é melhor ser um ser inanimado, que não fala, que não pensa, que não vive. São tantas coisas que não há palavras para escrever ou descrever. Um sorriso pode fazer a diferença? Pode mudar o que pensamos? Sim! Mas nem sempre isso é o bastante para que nos deixe feliz. Por que toda vez que pensamos que encontramos um amigo de verdade sempre quebramos a cara? Isso já tá virando rotina na minha vida. A cada giro, a cada transição que o mundo passa eu posso sentir intensamente, o que realmente ele provoca nas pessoas que estão ao meu redor. São gestos, ações e palavras que nos ferem. E as lágrimas, às vezes não dá nem para segurar. Cada vez mais, estou perdendo aquelas pessoas que eu confiava, de verdade, de fato posso contar nos dedos quem realmente são meus amigos. E os outros, são apenas mais e mais colegas. Não é fácil ver nossos amigos se transformando em colegas. Por outro lado, estou conhecendo pessoas que me surpreende a cada gesto. É um processo que apelidei de mudanças. Troco os velhos pelos novos. Só o que preciso é saber o por quê? Até sei, mais será que devo aceitar? As pessoas são tão complicadas que não tem como definir suas atitudes; duas caras, dois seres dentro de um só, como isso acontece? Por acaso? Sim ou não!

domingo, 17 de maio de 2009

Momentos... Por Jenfte Alencar

Dias passam... Meses vem... Horas se vão... E eu aqui! Pensando... Falando... Sonhando... Vivendo ilusões... Até quando? Até acordar?! Agora, acordar de quê? Da vida? Não. Se for apenas para viver essas ficções... Não quero. Espero poder um dia sair desse mundo e viver em... Sei lá! É tão difícil se adaptar com os problemas que esse mundo... Que eu enfrento, às vezes. Quero mesmo é estar sonhando. Não estou fugindo, estou apenas querendo mudar. Todos mudam, se transformam, basta apenas um simples pretexto. Não quero mais olhar para o que passou. Quero olhar para o que está passando bem na minha frente. Agora quero jogar todos os planos que tenho para o ar e descobrir o que vai acontecer. Seria capaz de fazer isso? Mas é o bastante? Bastante para que eu mude. Vejo apenas o que eu quero, escuto apenas o que me dá vontade, falo o que quiser e para quem quiser. Pare! A quem estou querendo enganar? EU?! Que besteira, quem falou que eu sou assim. Eu só faço o que os outros querem que eu faça. Parece que sou um robô que só obedece ordens e mais ordens. Quem irá me guiar dessa vez? Será que vai ser o dia, à noite, o céu, a lua, as estrelas... Quem vai decidir o que vou fazer? Dessa vez vai ser diferente. Chega disso! Estou cansado. Cansado de viver uma vida que não é minha, agora quero viver a minha vida e fazer com que ela realmente tenha valor, um valor que todos enxerguem de longe... Não vou mais aceitar a vida como ela quer que eu aceite, vou criar a minha própria. Sem regras e limites. E nada vai me impedir. Agora quero ficar perto de quem gosto e esquecer o mundo que, aliás, ele já me esqueceu e não percebi. Não vou mais proteger o teu nome. Vou gritar para os céus e os deuses vão me ouvir. O que quero fazer tem que ser diferente dos outros... Único... Apenas único e verdadeiro...

sábado, 2 de maio de 2009

História da Música


"História da Música é estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos. Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica." Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente."
A História da música e a etnologia
"Uma das razões do conceito difundido de que história da música refere-se apenas à música ocidental é a grande quantidade de obras existentes que tratam apenas desta vertente e predominaram por muitos séculos. Apenas após o surgimento da etnomusicologia (uma área da etnologia), foi que as origens da música não européia passaram a ser mais bem documentadas. Nos estudos da música primitiva que tentam relacionar a música às culturas que as envolvem, há duas abordagens prevalecentes: a Kulturkreis da "Escola de Berlim" e a tradição norte americana da área cultural. Entre os adeptos da Kulturkreis está Curt Sachs, que analisou a distribuição de instrumentos culturais de acordo com os círculos culturais estudados por Gräbner, Schmidt, Ankermann e Preuss, entre outros, e descobriu que as distribuições coincidiam e estavam correlacionadas. De acordo com esta teoria, todas as culturas passam pelos mesmos estágios e as diferenças culturais indicam a idade e velocidade de desenvolvimento de uma dada cultura."

Retirado do Site : Wikipédia
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A Barca


Nessa semana, apesar de toda a correria para finaliza o restaurante da Casa Grande, eu tive um tempinho e assisti um DVD “A Barca”, que são vários documentários, com diversas culturas e tradições e ainda as musica que são produzidas nessas aldeias, digo assim. A mistura de cores e sons é um verdadeiro espetáculo, só mesmo você vendo para saber do que se trata, não adianta eu contar, mais sim você assistir. Esse DVD eu assisti junto com os meninos da casa grande e André Magalhães, que passou o mês de Abril para que dar inicio a um projeto muito legal, que em breve vocês vão saber do que se trata, sem esquecer de Renata Amaral que também veio passa um semana com a gente. Ele estará de volta em daqui a um ou dois meses para que possamos finalizar o projeto e para que a gente conviva, aprenda e ensine, vai super lega!


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

O Amor... - Por Jenfte Alencar

Há o amor... Como é bom vive-lo. Senti-lo. Saber que ele corre intensamente por minhas veias, que me faz reviver das mais terríveis dores que ao longo desse tempo já passei. Um sentimento cheio de surpresas, que nunca nenhum ser vai desvendar por inteiro. Uma sensação pura, onde dois corpos, dois seres se entregam inteiramente de corpo e alma com um único propósito, ser feliz... Nascer de novo. Não sei como explicar, mais sei como senti-lo, ao menos é o que penso... É o que sei, porém acho que não sei! Nesse momento me pergunto por que o amor tem que ser tão complica e ao mesmo tempo tão fácil e singelo? E quando se ganha um amor o que fazer? Se integrar? Sim! É o que quero fazer... É o que vou fazer! Não existe hora certa, existe tempo certo e esse é o tempo. O tempo de ser eu, de viver o eu, de acreditar nos sentimento de alguém. Acredito que o sorriso vem junto com o amor, já que isso era uma coisa que há muito tempo não fazia, sorrir pra vida. Consigo ele ainda carrega das suas viagens uma mala cheia de... de... Felicidade, esperança, carinho e é claro o AMOR. Hoje finalmente a paixão chega e bate na minha porta, ou melhor, o meu coração, na janela da minha alma e me toca no canto mais profundo e sensível que ar dentro de mim. Sem saber o que fazer e como agir, fez o medo me dominar. Esperar?! Isso foi o que fiz, mais não sei se foi o certo. Estava tão confuso, em duvida do que realmente eu queria. Foi aí que veio o medo e me dominou... Possuiu-me, fez de mim seu escravo, mais finalmente me libertei e graças à paixão que cresceu e cresce dentro de mim. O amor é algo tão difícil de descrever que só eu sei o que estou passando e vivendo agora. Que só quem sentir é quem pode defini-lo, é um momento mágico e especial, nunca tinha sentido tamanho sentimento, essa é uma daquelas histórias que levaria comigo por toda a vida e além dela também...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fábio Jr.

A minha pesquisa dessa vez foi sobre o cantor Fábio Jr. Eu gosto do jeito como ele interpreta músicas conhecidas e de grandes nomes da música brasileira. Então veja só o que descobrir dessa pessoa múltipla, que faz de tudo um pouco.

“Famoso tanto como ator quanto cantor, Fábio Jr. nasceu em São Paulo, em 21 de novembro de 1953, com o nome de Flávio Ayrosa Correia Galvão. Menino, já tentava a sorte como cantor em programas infantis como o Mini-Guarda, da TV Bandeirantes. No início dos anos 70, antes de adotar o nome de Fábio Jr., seguiu a tendência do mercado daquela época ? que preferia que os cantores brasileiros gravassem em inglês com nomes estrangeiros ? e passou a usar os pseudônimos de Mark Davis e Uncle Jack. Como Mark Davis, o artista chegou a lançar disco em 1974 e emplacou uma canção, Don\'t Let me Cry, feita para uma namorada morta no incêndio do edifício Joelma, ocorrido em São Paulo no ano anterior.
Em 1976, o cantor abandonou os pseudônimos e adotou o nome artístico de Fábio Jr., com o qual lançou um LP. Paralelamente, Fábio começou a trabalhar como ator de novelas. Em 1977, integrou o elenco de Nina, da Rede Globo Em 1978, participou na mesma emissora do seriado Ciranda Cirandinha e, num dos episódios da série, teve a oportunidade de mostrar sua canção "Pai". Encantada com a música, a novelista Janete Clair escolheu "Pai" como tema de abertura de sua nova trama, Pai Herói...”

Retirado do site: Vagalume

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Sozinho – Por Jenfte Alencar

Sozinho queria está sem que nada ou ninguém atrapalhasse. Poderia ser por apenas um dia, podendo então finalmente ouvir, pensar, sonhar... Fugir um pouco da rotina diária que levo e assim poder refletir sozinho... Sozinho... O que a solidão representa? Uma fase? Até quando estamos sós? O sorriso fugiu da minha face se escondeu dos meus lábios. A esperança e a vida saíram da minha alma. Não tenho mais espaço para nenhum sentimento. Tudo o que tinha se desfez, virando apenas poeira... Pó, mas não esse pó de agora, um pó que estava enterrado, encravado há séculos, dormindo esperando apenas que algo ou alguém despertasse. Estou tão só neste mundo tão grande, parece que sou apenas um potinho tentando aparecer, mas é impossível, ninguém me nota. Às vezes tento chamar a atenção das pessoas, mas elas não estão nem aí. Aqueles que dizem que são meus amigos, que são meus companheiros, sempre estão quero me derrubar e me menosprezando na frente daquele outros... Outros que não estão nem aí, o que todos não sabem é que eu também tenho sentimento, que sou humano, mas para eles não passo apenas de um trapo, de um lixo, que incomoda a todos. Um amigo abandona o outro? Um amigo respeita as diferenças e os sentimentos do outro? Até que ponto um amigo deve ficar ao seu lado? Que amigo é esse que lhe destrói? Um amigo sente o que o outro está passando? Um amigo duvida da amizade do outro? Será que estou sendo amigo ou inimigo? Verdadeiro ou falso? Depois de tudo isso ainda tenho amigos ou só mesmo a Lua? A lua que esconde uma amizade inesquecível, incomparável, ela que virou a ponte que encurta a distância entre nós. Será que um dia eu encontrarei um amigo? Às vezes penso em algum dia ter uma máquina que pudesse evitar que eu nascesse. Será que isso iria resolver o problema? Será que fugir assim seria a melhor solução para o que estou passando nesse momento? Não! Isso não é a solução, só estaria adiando o inevitável. Uma hora ou outra, teria que enfrentar, de frente, o que eu estou passando... Às vezes queria alguém com que eu pudesse conversar, falar o que já se encontra preso há anos dentro de mim. Eu não tenho coragem de falar o que sinto. O que é isso?! É medo? É covardia? É culpa? O que é? O que é? Nem eu sei o que é isso direito e nem que sentimento é esse. O que estou sentido?... São tantas coisas que temos em mente que não podemos responder a todas, só espero um dia poder encontrar algumas dessas respostas, mesmo que para isso eu dure um ano, dois anos, três anos... O tempo que for porém um dia irei encontrar...
A Chuva – Por Jenfte Alencar

O dia estava chuvoso. Na janela observava os pingos de chuva caindo lentamente. De repente os pingos começam a rolar mais rapidamente. Um clarão bem iluminado cobria toda a cidade e o barulho que fazia estava insuportável, não dava nem se quer para descansar. Já não escutava os meus pensamentos. A água passava pelo córrego como se uma grande enxurrada tivesse alagado o nosso bairro, limpando as impurezas que as pessoas deixam. A alegria dos meninos correndo na chuva, me contagiava só de vê-los brincando, rindo, cantando, bagunçando e sendo felizes. Era realmente um espetáculo para os meus olhos e música para os meus ouvidos. Não tinha ao certo um som definido, era simplesmente a variedade e mistura dos barulhos feitos pela chuva e pelas crianças. O céu estava lindo uma cor meio que alaranjada, avermelha, com um pontinho amarelo no meio dele. Era nada mais que a lua. A lua que tentava iluminar e sobreviver no meio da tempestade. Lutando contra as nuvens que queriam cobri-la. Cansada de tanto lutar, já exausta e sem forças, ela desaparece em meio às nuvens alaranjadas. Passei mais alguns minutos na janela com esperança dela voltar. Queria tanto me despedir e agradecer por me dar esperança naquele momento de medo. Ela foi uma verdadeira guerreira lutando contra todas as nuvens. Quem me dera também lutar contra os meus inimigos, que me perseguem até mesmo quando estou descansando. Sinto-me tão diferente com meus amigos, parece que a cada dia que passa estou me afastando mais e mais deles, é como se a amizade fosse acabando e se transformando apenas em mais um de meus colegas que convivo. Não sei quanto tempo isso ainda vai durar, mas espero que passe logo. Que eu possa novamente contar com eles. Agora só aquela redonda e imensa lua, que antes até me dava medo é quem me faz ficar mais próximo dos amigos. E quem me faz companhia. E quando não a vejo... Sinto-me tão vazio... Passei tanto tempo olhando, pensando, viajando, vivendo algo que ainda pode acontecer, que nem reparei quando a chuva parou. Quando os pingos não corriam mais. Quando a água estava secando nas ruas. E os meninos que faziam toda aquela festa já não estavam mais ali, brincado. Olho para o céu e vejo novamente a lua que clareia aquele céu escuro. As primeiras estrelinhas surgem no céu, circulando a lua por ter voltado. Sei que tudo passa tudo muda, nada é igual a nada, mais que ainda existe esperança para aqueles que lutam como guerreiros. Como vencedores...

sábado, 11 de abril de 2009

R.L. Stevenson

Bom meus amigos a minha pesquisa da semena foi baseada no autor do livro "A Ilha do Tesouro" que é um grande clássico na história da literatura, espero que gostem de saber mais um pouquino sobre R.L.Stevenson.




"Robert Louis Balfour Stevenson (13 de novembro de 1850, Edimburgo – 3 de dezembro de 1894, Apia, Samoa), foi um novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem. Escreveu clássicos como "A Ilha do Tesouro", "O Médico e o Monstro" e "As Aventuras de David Balfour" também traduzido como "Raptado".
Nascido em Edimburgo, capital da Escócia, Stevenson era filho de um engenheiro e de uma pastora puritana. Tanto o pai como a mãe carregavam uma tradição familiar em seus ofícios e isso determinou em muitos aspectos a vida do autor. Filho de engenheiro, ele acaba entrando em 1866 na faculdade de engenharia de Edimburgo. Lá ele estuda e escreve durante 1871 e 1872 para o jornal universitário, o Edimburgh University Magazine, revelando seu gosto e talento para a literatura. No ano de 1873, após concluir a faculdade, Robert muda-se para a cidade de Londres,Inglaterra, pois sentia-se deslocado no ambiente familiar, marcado por um clima coercitivo e pela inexorável moral e religiosidade puritanas. Em sua curta estadia na cidade passa a frequentar os salões literários para, algum tempo depois, partir por uma longa viagem pela Europa continental. 1876 é importante na vida particular, pois nesse ano conhece uma mulher norte-americana, Fanny Ousborne, com a qual iria se casar em 1880 , em São Francisco, Estados Unidos..."

Retirado do Site: Wikipedia
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A Ilha do Tesouro

Um livro de aventura e mistério. Que conta as aventuras de uma turma muito maluquinha, que partem em busca de um tesouro deixado por um pirata muito famosinho. A história de piratas. Se você gosta de uma boa aventura em alto mar não pode deixar de embarca na obra de R.L.Stevenson, um escritor britânico, que envolve a todos com suas narrativas de tirar o fôlego. Não sei como escrever, mais sei que estou escrevendo é tão legal de se ler que nem sei contar como foi que descobrir um livro tão bom assim só sei que foi por acosso pode até dizer que foi sorte. Não sei como explicar essa história só você lendo para saber. Nesse livro não quero falar muito das coisas quero que conta nele, quero que você descubra, que viva ele. Não sei se vai gosta, mais espero que sim.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Os Sonhadores


Essa é mais um história de adolescentes em que dois irmãos gêmeos Isabelle e Theo, vivem em um mundo completamente diferente. Enquanto Paris enfrenta uma revolução, Theo e Isabelle ficam amigos de Matthew, que também acaba entrando para os mesmos jogos e para o mesmo mundo deles. Eles não têm medo de se expressar, mais vivem escondidos do da realidade. Como será viver sonhando com uma coisa que não existe, simplesmente omitindo a realidade? Nesse filme cita nomes de grandes cineastas como Truffaut, Godard, Chabrol, Renoir, Nicholas Ray, Charles Chaplin, entre tantos. É realmente fantástico a maneira em que ele cita as obras clássicas do cinema e ainda os seus diretores. Que você diria de viver no mundo dos sonhos, como esses jovens vivem, mais com os seus próprios sonhos? Será que a sociedade atual deixaria? Isso é realmente possível? E ai vai em cara o desafio? Esse filme foi dirigido pelo cineasta italiano Bernardo Bertolucci. Consulte outras obras dele, você não vai se arrepender.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Byte Coração

Você por acaso já viver um desses amores de internet? Você se lembra quando foi a primeira vez que entrou na internet e o qual o primeiro site que acessou? E o que motivou a voltar a utilizar a grande rede mundial? Pois bem esse livro que li conta justamente isso um menino que as 13 anos entra na internet pela primeira vez só mente para bagunçar o bate-papo da irmã daí então nada foi o mesmo. Você alguma vez já pensou na possibilidade de se apaixonar pela internet? Como seria maneiro ter um amor virtual? Mais isso não é impossível, pois já existe gente que se conheceu na internet e se casou. Isso é que é amor! Um amor que não trem cara. Um amor apenas de palavras, apenas palavras. Por isso dizes que as palavras têm poder, porque ela pode mudar a vida e os sentimentos de uma pessoa. Eu adoraria viver uma história como essa. E você não gostaria de viver um conto de fadas como esse. Leia o livro Byte Coração da autora Rita Speschit. Você não vai se arrende, isso eu garanto!

Reencarnação


Essa semana eu fique muito interessado em saber um pouco mais sobre reencarnação, que é um assunto que muita gente tem duvidas e alguns nem sabe o que é. Esse tema me chamou muita atenção devido o filme minha vida na outra vida que assiste essa semana. Então não perdi tempo e fui direta para internet saber um pouco mais. Veja o que eu encontrei!
“Reencarnação é uma idéia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma. A reencarnação é um dos pontos fundamentais do Espiritismo codificados por Allan Kardec, do Hinduísmo, do Jainismo, da Teosofia, do Rosacrucianismo e da filosofia platônica. Existem vertentes místicas do Cristianismo como, por exemplo, o Cristianismo esotérico, que também admite a reencarnação. É oportuno lembrar, no entanto, que tal esoterismo é recente na História. Por esta razão, todas as denominações cristãs não admitem este ponto de vista. E não o fazem porque se fundamentam em antigos documentos da Igreja que nunca admitiram tais teses. A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a idéia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que: Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte; As almas podem ser transferidas de um organismo para outro. Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 2.000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação. No Sri Lanka (país onde a crença é muito popular), os resultados foram bem expressivos.”


Retirado do Site: Wikipedia

Minha Vida na Outra Vida

Um filme que realmente me fez refletir e pensar sobre a vida. Alguns dizem que não existe esse negocio de reencarnação e outros dizem que é coisa de doido, mais para mim isso é verdade. Acredito que um dia eu terei outra vida diferente dessa e confessor adoraria lembrar de como foi a minha outra vida. Não como a personagem Jenny que a maioria de suas lembranças eram tristes, mais gostaria de lembrar dos momentos felizes que tive. Seria muito legal se conhecemos a nossa outra família ou até mesmo uma pessoa que realmente lembra da sua vida passada. Confesso que isso pode até ser estranho mais não impossível. Acho que tudo nesse mundo pode ser real, porque se o homem conseguir inverta a tecnologia, se salvar das mais loucas e impossíveis tragédias porque se lembra da vida passada. No filme mostra exatamente isso, Jenny é casada e tem um filho, mora nos estados Unidos da América. Ela tem visões, sonhos, pensamentos e lembranças de uma família irlandesa da década de 30. Confusa com essas visões ela decide ir procurar ajudar e acaba descobrindo que essas visões não são apenas sonhos mais sim lembranças passadas.... Não deixe de assistir essa fantástica obra de Marcus Cole.

quarta-feira, 25 de março de 2009

O Brasil é feito por NÒS?

Você já parou para pensar se realmente o Brasil é feito por nós? Acho que ninguém parou para refletir sobre um assunto tão importe como esse. Como nós que vivemos em um país que nem se quer tem oportunidades para as pessoas. Por que será que tem tanta desgraça, destruição falta de emprego e grande desumanidade em nosso Brasil? Esse livro vai faz você pensar como devemos olhar para o nosso país e o que estamos fazendo para que possamos melhorar e torno um lugar agradável para todos. Vamos ver como uma família se comporta. Veremos como ela enfrenta as dificuldades tanto financeira como pessoal. É o olhar de um garoto que mesmo vivendo em uma situação não muito boa financeiramente, mais para ele isso não afeta muito, pois o que importa é ele ser feliz e que sua família esteja sempre ao seu lado. Então vamos começar a colocar em pratica essa frase: “O Brasil é feito por NÒS!”.


Livro de Ricardo Soares

terça-feira, 24 de março de 2009

Bira



Bem, essa semana vou pesquisar sobre um cartunista brasileiro chamado Ubiratan Libânio Dantas de Araújo, mais tem um apelido muito engraçado chamado Bira. Essa pesquisa foi devido a o gibi que li sobre ele. Veja só o que eu encontrei na internet sobre esse cartunista.
“Ubiratan Libânio Dantas de Araújo, mais conhecido como Bira, é um dos únicos quadrinistas brasileiros a ter integrado o Segundo Encontro Internacional de Cartum para Imprensa na França, em Ville de Carquefou.
Também ganho quatro prêmios Angelo Agostini como melhor cartunista (2003, 2004 e 2006), além de ter representado o Brasil no Encontro Mundial de Quadrinhos na coréia, em 2006. O paulistano Bira nasceu (obviamente) na Capital do Estado, em 1963, e sonhava em trabalhar como desenhista desde pequeno. Dedicado, desenvolveu bom traço e começou a fazer carreira. Em São Paulo, estagiou nos Estúdios de Maurício de Sousa e Ely Barbosa, onde desenhou páginas do gibi "Os Trapalhões". Fez charges pro Sindicato dos Químicos e chegou até a intercalar desenho animado no Estúdio Briquet, em 85.”

Retirado do site Mundo HQ.
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Meu Nome não é Jhonny

Um filme onde conta o que o nosso país está passado. É a pura realidade. Geralmente são eles, filho de papai que por algum motivo entra no mundo do trafico. Pessoas que tem um pouco mais de condições que geralmente se envolve nesse tipo de crime e acha que o mundo é seu, mas quando percebem já é tarde de mais e não dar tempo de voltar atraís. Isso é o que aconteceu com o personagem João Guilherme Estrella que passa justamente por esse tipo de problema, já que ele é o maior consumidor e vendedor desse tipo de droga. Para ele teve salvação e para os outros será que terá salvação ou não passa apenas de mais uma ficção? Isso é o que devemos pensar! Será que os ricos ou de classe media é que tem o direito de sair desse tipo de vida? Quais as oportunidades que os outros têm?

Frase do filme que me chamou muita atenção. Veja só:

“O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos (...)”
Marguerite Yourcenar

sexta-feira, 20 de março de 2009

Stella Carr

Stella Carr Ribeiro (Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 1932) é uma escritora brasileira. Faleceu em São Paulo em 2008.
Mudou-se para São Paulo aos quatro anos de idade, quando seu pai foi chamado pela equipe de Mário de Andrade para ajudar a montar o Departamento de Cultura, hoje a Secretaria da Cultura, que não existia na época. Ela estudou línguas, literatura, artes gráficas, antropologia e pré-história
Escreve para jovens desde 1969. Em 1977 começou a se dedicar à série juvenil de livros policiais e de suspense baseados em coisas brasileiras, em fatos da atualidade e em reportagens.
Escreveu três livros de poesia, ilustrados por ela mesma: fez capa, produziu e ajudou a imprimir. Criou um deles num laboratório desenvolvido com crianças na biblioteca de Monteiro Lobato, o qual lhe rendeu seu primeiro Prêmio Jabuti como melhor livro de poesia em 1968, outorgado pela Câmara Brasileira do Livro.
Teve uma coluna no Jornal de Letras, escreveu contos para muitos jornais e revistas.

Pedrinho Esqueleto

Uma turminha muito bagunceira se mete em uma tremenda confusão na escola. Ao cabular aula Pedro, Camila, Daniel, Luiz e Mauro entram no laboratório de Física e começam a mexe nos tubos de ensaio e nas maquinas, de repente Pedro que ver umas luzes vermelha e verde em um aparelho muito estranho, e tem uma arriscada idéia de fazer um milk shake, ao beber o seu milk shake ele começa a se sentir estralho e logo começa a desaparecer ficando parecido com um esqueleto, mais um esqueleto que brilhava e manco. Agora Pedro estava em maus lençóis tinha que se esconder da escolar inteira e ainda descobrir um antídoto antes de chegar à hora de ir para casa. Esse foi um dia inesquecível para todos, pois a confusão rolava solta no colégio, parecia que alguém tinha virado a escola de cabeça para baixo e ainda por cima os dois ladrões resolve rouba a escola justamente naquele dia. Está curioso para saber mais? Então não deixe de ler o livro Pedrinho Esqueleto de Stella Carr.

Meu Amor de Verão


Tudo aconteceu nas férias de verão, quando uma garota insolente e rebelde tentar esquecer o que ela chamava de “amado”. Mona, conhecer Tamsin, uma garota mimada, rica, deslumbrante e cheia de vontades. Que vai ajudá-la a esquecer aquela terrível história de amor. As duas adolescentes se tornam rapidamente amigas, se envolvendo em grandes aventuras e desafios. O laço de amizade entre elas se tornou tão forte que se evoluiu para uma relação mais intimas e cheia de desejos. Mais a amizades e o relacionamento entre elas começou a afetar outras pessoas como o irmão mais velho de Mona, que ao sair da prisão se converteu em ao cristianismo, mudando totalmente de vida. O que mona não sabe é que vai se envolver em um mundo totalmente fora da sua realidade, em uma grande faça ou apenas um grande desabafo. O amor de mona é tão grande que chegar a cobrir toda a realidade que está oculta nas palavras de Tamsin. Assista o filme e descubra a verdadeira história de Amor.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Perguntas ou Duvidas? – Por Jenfte Alencar
Como nós devemos escrever sobre a vida, se a vida é tão complicada e ainda por cima cheia de mistério? Como definimos os sonhos, se são apenas uma fantasia criada pela nossa mente, e que mistério os sonhos nos revelam? Até que ponto estamos sonhando e vivendo? O que é realidade, é viver ou sonhar? E o coração? Como entendê-lo, se ninguém pode ver, ou melhor, sentir, se é algo que vai além das mentes humanas? Qual o segredo do amor? - se é que existe amor? O que é o amor? Apenas mais uma simples palavra? Qual será o verdadeiro significado do silêncio, se ele está sempre calado para alguns? Por que amar e ser amado é tão difícil e complicado? Por que viver se é mais fácil ser vivido? Por que só os sábios podem falar? Por que são diferentes? Como o ser humano é tão insensível, a ponto de se apaixonar e amar? Qual a fórmula que faz nascer a paixão? Por que ela invade nossa vida sem permissão, que direito ela tem? Até que ponto se define a amizade? Será que existe amizade ou mais uma simples palavra com o amor? Por que a mente humana é tão distorcida cheia de maldade e insensibilidade? Palavras? São simplesmente letras que se juntam? Que poder as palavras têm? E o mundo? Sempre se escondendo dos bravos que muitas vezes vivem sonhando com ele. O que ele tem? E as lágrimas são apenas de alegrias e tristezas? De que lugar vem a tristeza? Será que ela já existe, mora dentro de nós ou ela é criada por nós? Esperança? Algo que nunca se acaba, ou acaba? O que é esperança? Espera pelo inevitável ou inesperado? Felicidade? Eu sou feliz? Quem faz a felicidade? Será que poderia me ensinar também? Medo? Medo de amar, de viver, de falar, de se expresar, de conviver, de sonhar, de se apaixonar, de ser feliz, medo de... Medo de... Medo de... Ser você!

O Toque de Ouro

Uma das lendas mais antigas que existe. Acho que todas as crianças, jovens, adultos e idosos já ouviram essa história do Rei Midas. Dessa vez é contada por Nathaniel Hawthorne, mais traduzido por Tatiana Belinky. O rei Midas é muito ambicioso que quer ser o homem mais rico do mundo, mais não consegue ver a verdadeira riqueza a sua volta. Ele diz que se for o homem muito rico será bastante feliz. Mais será que ele realmente vai ser feliz? Com todo esse tesouro ele alcançara o seu desejo? Muito pelo contrario ninguém que é rico é feliz, sempre carrega consigo um grande fardo, um enorme peso. Isso é a realidade. Ele nunca deixará de ter medo ou muito menos tranquilidade, pois a qualquer momento poder ser raptado, morto ou vitima de qualquer violência. Eu é que não quero uma vida dessas. O melhor mesmo é ser humilde e ser feliz com o que tem, ter simplicidade e o mais importante não ter vergonha de ser você.

Elia Kazan

Elia Kazan foi um cineasta controvertido. Em 1999, quando recebeu um Oscar honorário, a divisão na platéia que aplaudia ou vaiava ruidosamente ilustrou bem a recepção sempre conflituosa que teve este artista desde que, em 1952, já consagrado diretor de teatro e cinema, tornou-se delator na Comissão de Assuntos Antiamericanos do Congresso dos Estados Unidos.
Ao realizar sua obra mais significativa, “Sindicato de Ladrões” (1954), após a delação para a comissão macartista, em 1952, afirmou sua persistência em continuar a produzir cinema apesar do estigma, a receptividade e a pertinência de uma visão de mundo multifacetada e ambivalente, onde até o culpado pode encontrar remissão. Em lugar de mostrar bons e maus, colocou a nu o conflito no embate e engendramento destes termos, seu caráter mutante e as dores inerentes à imposição de "verdades", modos sociais de agir, onde a história é conflituada e não se encaminha para o "final feliz", mas para o final "possível".

Uma Rua Chamada Pecado

Começamos com um simples bilhete que diz assim: Há um bonde chamado Desejo, e outro chamado Cemitério, que levam até os Campos Elíseos, em New Orleans, em uma rua chamada pecado. Uma mulher com distúrbios mentais, conta as mais lindas e mentirosas histórias, envolvendo o seu passado misterioso e sobrinho, que por algum motivo ela quer esconder de todos, ela é a Blanche Dubois, uma mulher com elegância, classe e uma beleza incomparável. Quando Blanche chega de sua cidade natal ela se hospeda na casa de sua irmã Stela, que até então viver feliz ao lado do seu marido Stanley. Eles moram numa casa simples, mais aconchegante. Depois que a irmã de Stela chegou a sua casa a vida desse casal mudou completamente, mais Blanche não estava nem um pouco interessada no que estava acontecendo, a única coisa que ela queria era contar suas histórias farsantes. Stanley é um cara muito rude e violento e pensa que ele é o manda chuva, ele não gosta que ninguém de ordem a ele. Desconfiado do passado misterioso que Blanche tem, Stanley decide investigar quem realmente é ela. Um filme dirigido por Elia Kazan.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Dimensões – Por Jenfte Alencar
Sabe aquela felicidade que muitas vezes não encontramos nem no presente ou muito menos no futuro, mais sabemos que ela está no passado e que um dia esse felicidade foi futuro. Mais de onde vem o futuro? É uma dimensão alternativa? Um novo tempo? O que pensamos do futuro é real? Isso só quem pode responder é o futuro? E a felicidade se transformou em presente? Presente? O que fazer? Um tempo que não para nem se quer um segundo. Um simples movimento pode ser um segundo. Ações que podem gerar qualquer reação. Tudo o que faço nesse segundo é o presente. Então o segundo é o presente? Um é o complemento do outro? Como viver o presente? E hoje a felicidade vira novamente passado? Um tempo que já foi e muitas vezes me emocionou com momentos inesquecíveis que foram vividos. É como se cada acontecimento se congelasse na minha memória e a qualquer momento posso descongelar. Fazendo com que a realidade se destorça e nos leve para o passado. O passado que roda em torno de nós. Que gira sem parar. Parece mais um roda gigante, sem ter hora para começar e nem findar. Um círculo sem fim. Sem ponto. Sem vida. Apenas lembranças. Lembranças que um dia foram vividas e escritas pela alma da vida. Para alguns são apenas dias comuns, mais para outros são mais que um dia. São anos. As horas se transformam em poucos minutos, que são aproveitados a cada segundo. Sem palavras descrevo o passado. Algo que nunca vai ser vivido de novo. Tempo que não podemos recuperar. Passado de tristezas e alegrias. De saudade e esperança. De ministérios e magia. Um passado sem voltas. Sem presente e nem futuro, com apenas um grande escuro ou um enorme muro. Muro que poucos podem passar e alguns até voltar. Um escuro de medo. O medo que domina os frascos. E os fracos que se deixam dominar-se.

quinta-feira, 5 de março de 2009

No Fundo dos Teus Olhos

Um livro da autora Giselda Laporta. Uma lição para a vida. Este livro mostra a realidade de nosso país. Como as famílias estão vivendo e o que eles fazem para ganhar a vida. É a história de um garoto de 14 anos que desde os 9 anos vende bala na rodovia, mas, mesmo sem muita condição ele estuda para que um dia possa ser alguém na vida. Veja só, enquanto uns têm condições de estudar, se formar e se estabilizar sozinhos, outros mal podem estudar, por causa do trabalho e da condição de vida que não é muito favorável, ou melhor, são precárias. E o que será que o governo fazer para que essas causas desapareçam do nosso país? A única coisa que fazer é pequenos investimentos e projetos, mas que não chegam a suprir a verdadeira necessidade de nosso povo brasileiro E essa situação se agrava cada vez mais. E nós? O que fazer?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Nazismo


O termo Nazismo (do alemão: Nationalsozialismus) designa a política da ditadura que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o Terceiro Reich. O nazismo é freqüentemente associado ao fascismo, embora os nazistas dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo (oposta ao socialismo internacional e totalitário). O nazismo também é anticapitalista, antiliberal e racista.
A generalidade da esquerda rejeita que o nazismo tenha sido de fato socialista, apontando para a existência, ainda antes da tomada do poder por Hitler, de uma resistência comunista e socialista ao nazismo, para o carácter internacionalista do socialismo, totalmente oposto à teoria e prática nazista, e a manutenção, pelos nazistas, de toda a estrutura capitalista da economia alemã, limitada apenas pelas condicionantes de uma economia de guerra e pela abordagem àquilo a que os nazistas chamavam a questão judia. Saiba mais.
Saiba de uma forma muito mais simples a história do Nazismo lendo a coleção Adolf.